O trabalho de olhar

O trabalho de ficar observando jogadores em uma partida é muito mais difícil do que parece. Durante a Taça Paraná de Voleibol, diversos olheiros ficam espalhados pelos ginásios a procura de futuros potenciais para integrar seus times, ou até a seleção brasileira. Mas ficar apenas observando os jogos, algo que parece relativamente fácil, não é tão simples assim.

Nas partidas que acontecem na categoria Mirim e Infantil, um membro da comissão técnica da Seleção Brasileira Infantil está de olho nas jogadoras para fazer parte da seleção. Idebalde Grise, já faz esse trabalho desde o ano passado e busca atletas com perfil ideal para a seleção.

Segundo ele, as jogadoras são analisadas em todas as partidas, e após o campeonato uma equipe se reúne com todos os nomes selecionados e decidem quem irão chamar para participar de uma avaliação no centro de treinamento da seleção, em Saquarema, no Rio de Janeiro.

“O tipo de jogo e o biotipo para jogar na seleção, esses fatores são os mais observados nas nossas avaliações. Saímos daqui com uma lista de nomes e depois definimos quem irá representar o Brasil”, declarou Grise.

Após essa avaliação, 12 atletas são selecionadas para integrar o grupo. Até agora, duas centrais do Grêmio Náutico União, do Rio Grande do Sul, estão se destacando e podem estar na lista do olheiro.

Guilherme Dias

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