Atleta da Gracie Barra disputará o European Jiu-Jitsu em Portugal

Danilo

A atleta Hevellyn da Silva Santos, da equipe Gracie Barra, disputará entre os dias 17 e 22 de janeiro o Europen Jiu-jitsu 2017, que será realizado em Lisboa, Portugal, e disputará o campeonato na categoria peso médio A lutadora duas vezes vice-campeã brasileira pratica jiu-jitsu a quase três anos e vai representar o país internacionalmente pela primeira vez.  Para ajudar com as despesas da viagem, que incluem as passagens, hospedagem e a inscrição para o evento, Hevellyn criou uma “vaquinha” virtual e conta com a colaboração daqueles que acreditam no seu potencial.

Aos 27 anos, Hevellyn tem que conciliar a vida de policial militar com a de atleta, o que não é uma tarefa fácil. “A vida de atleta e policial exige muita dedicação e foco. Minha rotina é complicada, uma vez que trabalho por escala. Tenho todo um cronograma de dieta e treinos que sigo conforme minha rotina de serviço”, diz.  Ansiosa e focada na competição em Portugal, a atleta tem a certeza que a experiência será muito benéfica para sua carreira esportiva. “É a primeira vez que vou competir fora do país e será uma experiência super construtiva para minha vida e meu jiu-jitsu”, afirmou.

 Em 2016, ela ficou em primeiro lugar no ranking da Federação Paranaense de Jiu-jitsu brasileiro (FPJJB); foi vice-campeã do Campeonato Brasileiro de Jiu-jitsu; campeã do Curitiba Internacional Open; 217° lugar no ranking geral da Federação Internacional de Jiu-jitsu brasileiro; dentre outras.

 Os custos com a viagem estão em torno de cinco mil reais, somando as passagens, o hotel e a inscrição para o evento. Para conseguir competir, Hevellyn está fazendo rifas com ajuda de amigos e vai desembolsar boa parte dos custos do próprio bolso. A competidora ainda criou uma vaquinha virtual para levantar fundos para o campeonato. Para colaborar, basta acessar o site www.vakinha.com.br e doar qualquer valor até o dia 5 de janeiro de 2017. Para a atleta, disputar qualquer campeonato é uma dificuldade bastante grande. “É uma dificuldade enorme competir não só fora do país, mas mesmo aqui, tendo em vista que o jiu-jitsu não é um esporte olímpico”, informou.

Hevellyn ainda deixou claro que as mulheres que competem na modalidade fazem isso por amor acima de tudo. “O que eu percebo nesse mundo do jiu-jitsu, principalmente para nós mulheres é que a maioria se dedica, vai atrás e consegue porque realmente amam esse esporte, pois a maioria não tem patrocínio e os prêmios não são em dinheiro”.

O Conexão News fica na torcida pela atleta da equipe Gracie Barra.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Gracie Barra Hauer

Foto: Vitoria Peluso

 

 

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