Após 14 anos Curitiba volta a ter uma equipe na elite do vôlei brasileiro

Danilo

A cidade de Curitiba tem novamente uma equipe na elite do voleibol nacional. Na noite da última quinta-feira (28), dia de aniversário de 325 da capital paranaense, o Curitiba Vôlei venceu o São José dos Pinhais por 3 sets a 0 (25/08, 25/23 e 25/09) se classificando para a final da Superliga B e de quebra colocando a cidade de volta na elite do vôlei feminino brasileiro.

Após 14 anos sem um representante na Superliga Feminina, a cidade de Curitiba vai poder respirar os ares que marcaram época e eternizaram a equipe do Rexona como uma das maiores do vôlei feminino brasileiro. Agora uma nova era será escrita com o Curitiba Vôlei. Os amantes de voleibol já se manifestaram nas redes sociais pedindo para equipe mandar os jogos da Superliga no emblemático Ginásio do Tarumã, atualmente a casa da equipe curitibana é o Ginásio Palácio de Crystal, no Círculo Mitilar de Curitiba.

A grande final da Superliga B será disputada no próximo dia 9 de abril, em jogo único na casa da equipe de melhor campanha na competição. O adversário da equipe curitibana sairá neste sábado no duelo entre Vôlei Positivo/Londrina (PR) e o ADC Bradesco (SP). A equipe londrinense também levou a melhor no primeiro jogo. A segunda partida da semifinal será no ginásio Moringão, em Londrina. Caso o Vôlei Positivo/Londrina avance o Paraná terá dois representantes na Superliga 2018/2019.

Foto: Josi Schmidt/Federação Paranaense de Vôlei

 

Um comentário em “Após 14 anos Curitiba volta a ter uma equipe na elite do vôlei brasileiro

  • 5 de abril de 2018 em 9:33
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    O Rogério Portela é um excelente técnico, fez uma ótima temporada pelo Rio do Sul, naquela campanha em que o time se classificou para os plays-off e até conseguiu uma vitória contra o forte e campeão daquele ano, o Rio de Janeiro. Nesta temporada, ele tinha à disposição Elis, Neneca, Ananda e cia. Creio que sua saída do Londrina não foi por falta de capacidade técnica e/ou outra questão profissional. Pena isso, já que ele estava super empolgado com o projeto, ajudou as jogadoras que ficaram sem ter o que fazer com a notícia do fim do projeto de Rio do Sul, e ainda agarrou o projeto da Elisângela em Londrina. Lógico, a ajuda nesse caso foi recíproca, já que se não fosse o esforço da Elisângela, isso também não teria acontecido. Seja feliz, Rogério, e continue desenvolvendo o seu excelente trabalho neste esporte tão sensacional que é o vôlei. E que o Londrina termine a temporada com êxito e monte um time competitivo para a Superliga 2018/2019.

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